O Ministério Público do Estado de Rondônia (MPRO), em parceria com a Gerência de Comunicação Integrada (GCI), com apoio da Escola Superior (EMPRO), realizará a Palestra “Pelo fim do silêncio” – XV Prêmio MPRO de Jornalismo, no dia 19 de novembro de 2026, das 19h às 22h, na modalidade híbrida, com programação presencial no Auditório do edifício-sede do MPRO e transmissão ao vivo pelo canal oficial do MPRO no YouTube.
A iniciativa tem como objetivo estimular, divulgar e reconhecer produções jornalísticas que abordem as competências e atribuições constitucionais do MPRO. Além de homenagear o trabalho da imprensa, o Prêmio busca dar visibilidade às atividades desenvolvidas pelo MPRO e ampliar sua compreensão pela sociedade, promovendo a educação, a orientação e a aproximação entre a Instituição e a população.
O projeto premiará os melhores trabalhos jornalísticos que envolvam a Instituição veiculados por sites e televisão.
O evento será realizado no dia 19 de novembro de 2026 e destina-se a membros e servidores do MPRO, profissionais da imprensa, estudantes e representantes da sociedade civil.
A programação contará com a participação de Cristina Fibe, jornalista, escritora e investigadora especializada em violência de gênero e direitos das mulheres.
A homologação dos participantes será divulgada a partir do dia 17 de novembro, mediante comunicação por e-mail. As vagas presenciais serão preenchidas conforme o público-alvo descrito, respeitando-se o limite de capacidade do ambiente.
Ressaltamos que, para fins de certificação, os participantes deverão realizar o registro de frequência no início e ao término do evento, por meio do QR Code ou link que serão disponibilizados no dia do evento. A emissão dos certificados estará condicionada ao registro da presença, que será utilizado para fins de comprovação da participação.
Programação
15º Prêmio MPRO de Jornalismo
Data: 19 de novembro de 2026.
Horário: das 19h às 22h.
Local: Auditório-sede do MPRO.
Tema: “Pelo fim do silêncio – O papel da comunicação no combate à violência contra crianças e mulheres”.
Fonte: MPRO









