Mais uma delegacia que deveria funcionar 24 horas, mas não funciona. Durante uma visita a uma unidade policial em Ji-Paraná, Galdiana Silva encontrou a delegacia sem atendimento naquele momento, levantando novamente um problema que já havia sido denunciado em Rondônia.
A situação chama atenção principalmente para as DEAMs (Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher) e as UNISPs, que deveriam oferecer suporte à população, especialmente às pessoas mais simples que precisam recorrer à polícia em busca de orientação, atendimento ou proteção.
O problema se torna ainda mais grave quando envolve violência contra a mulher. Uma vítima que precisa de ajuda durante a noite deveria ter a garantia de encontrar uma estrutura policial disponível para atendê-la.
Na prática, muitas unidades têm atendimento concentrado em horário comercial, chegando, em média, ao período das 8h às 13h30, deixando a população sem atendimento presencial durante boa parte do dia e da noite.
A pergunta é simples: se uma mulher ou qualquer cidadão precisar de auxílio policial fora desse horário, para onde deve ir?
Segurança pública não pode ter hora marcada. Quem precisa de proteção precisa encontrar as portas abertas quando mais necessita.
Assessoria









